Instantes Literários - Fevereiro 2026
Todos os meses, as famílias da Espaço Aberto recebem um Instante Literário: uma leitura cuidadosamente selecionada para inspirar reflexões sobre a infância, a educação e os desafios do cotidiano. Por meio de artigos, entrevistas, reportagens e outros textos, buscamos ampliar o diálogo entre escola e família, compartilhando ideias que enriquecem o olhar sobre o desenvolvimento das crianças.

O amor nunca coube em planilhas. Talvez porque ele recuse o conforto das relações lineares e prefira o território instável das coisas humanas, lugar onde a razão costuma tropeçar. Ainda assim, é curioso perceber como ele organiza nossas escolhas até mais do que qualquer indicador socioeconômico. Ele costuma interromper rotinas muito bem estabelecidas e deslocar prioridades.

A maior surpresa é que ele não exige grandes cenários para acontecer. Às vezes nasce em conversas que não prometiam nada. Duas pessoas, um café e algo que se encaixa. Uma frase jogada no ar abre espaço para outra, que abre espaço para outra e, quando percebemos, já existe uma espécie de pacto íntimo e provisório. Uma espécie de sensação de que o mundo ficou um pouco mais agradável do que antes.

Talvez a parte mais intrigante seja que o amor convive com inseguranças. Ninguém entra nele fluente. É um território desconhecido. Por mais que acumulemos experiência, o idioma emocional é cheio de ruídos. Há dias em que a dúvida fala mais alto e a gente quase desiste antes de tentar. E ainda assim tentamos, como quem insiste em aprender uma língua difícil porque sabe que o esforço pode valer a pena.

O amor também tem seu componente de desigualdade. Não falo de renda, assunto comum nesta coluna, mas de disponibilidade interna. Há quem chegue inteiro e há quem carregue cansaços antigos. Há quem esteja disposto a se abrir e quem ainda ache mais seguro manter camadas de proteção. A questão nunca é exigir simetria. É saber se existe equilíbrio possível, se ambos estão caminhando na mesma direção, ainda que em ritmos diferentes.

No fundo, o amor é uma aposta. Não uma irracional, mas uma informada pelas intuições. É a decisão de conceder ao outro um espaço dentro da nossa vida. E aceitar que isso envolve riscos, mas também pode envolver ganhos que nenhum modelo econômico de custo e benefício consegue dimensionar. Há um retorno específico na experiência de caminhar ao lado de pessoas que nos escutam e nos fazem sorrir.

Se existe uma lição que o amor entrega é que ninguém ama no tempo perfeito. Amamos no meio do cansaço, com tarefas na agenda, tentando conciliar ambição, fragilidade e desejo. Amamos mesmo quando não nos sentimos preparados. E talvez seja exatamente isso que o torna tão humano.

No fim, amar é admitir que a vida não se resume ao que conseguimos construir sozinhos. Há algo de infinito na simples presença de outras pessoas. Algo que escapa às nossas tentativas de organizar o caos, mas que, por alguns instantes, dá um sentido inesperado a tudo.

E talvez seja por isso que, mesmo depois de algumas quedas, seguimos insistindo. Porque, embora não caiba nas planilhas, o amor segue sendo uma das experiências mais sofisticadas que a vida pode nos oferecer.


MICHAEL FRANÇA

FOLHA DE SP 9-12-25

Bandeirinhas coloridas pelo céu anunciam a chegada de um novo mês: é junho! E com seu brilho característico dando o ar da graça, se aproxima cheio de música, arte e movimento.

As crianças (e por que não os adultos?) olham para o céu colorido para fincar suas raízes e gritar para quem quiser ouvir: Vem vindo a festa junina!

Essa festa, brasileira é rica em charme e beleza, preenche os corredores da escola, do bairro, da cidade e nos ajudam a lembrar que a nossa história está ligada além de nossa individualidade, também ao chão que pisamos coletivamente.

A escola se prepara para receber mais uma riqueza cultural. Em fevereiro pulamos o carnaval e em junho a ginga é outra! As crianças dançam, penduram bandeirinhas, ouvem músicas tradicionais, conhecem personagens desse enredo, descobrem comidas típicas e vestimentas. Pertencer e ser acolhido por uma história. A nossa história!

A cultura popular mora nos detalhes. Está nas mãos que preparam a festa, nos pés que acompanham a dança, nas cantigas brincadeiras que passam de geração em geração. Cada celebração guarda lembranças de um povo e revela modos diferentes de viver, brincar e compartilhar alegria. Ela acompanha a infância desde os primeiros anos de vida. Antes mesmo de compreender o significado das tradições, a criança já participa delas com o corpo, com a escuta e com a imaginação.

Na primeira infância, as experiências culturais ajudam a construir vínculos afetivos e sentimentos de pertencimento. Ao ouvir músicas populares, experimentar danças, observar festas e envolver-se em brincadeiras tradicionais, a criança amplia suas formas de expressão e descobre diferentes maneiras de se relacionar com o mundo.

Participar dessas festas é conhecer um pouco mais sobre o lugar onde vivemos e sobre as pessoas que caminham conosco. Assim, a tradição permanece viva, transformando-se junto com a infância.

Ao valorizar a cultura popular na Educação Infantil, reconhecemos a criança como parte de uma comunidade rica em histórias, memórias e saberes. Cada experiência cultural oferece oportunidades de brincar, imaginar, comunicar-se e fortalecer sua identidade de maneira sensível e significativa.

Coordenação Pedagógica

Lila e Marcella

"Meu filho de três anos já escreve o próprio nome!", diz uma voz.

"A minha, aos quatro, já lê e desvenda as formas geométricas!", celebra outra.

"O meu, mal completou nove meses e já desafia a gravidade com os primeiros passos!", ecoa o orgulhoso.


Quando uma criança caminha, lê ou escreve, quem realmente mensura o instante exato em que ela se apossou da habilidade?

Podemos, decerto, apressar o plantio e forçar a colheita. Podemos ensinar letras a mãos que ainda pedem barro, mas a que custo? Para qual destino?

A alfabetização precoce consome uma energia vital — um fogo sagrado que deveria estar aquecendo as vivências do agora, aquelas que se tornam o alicerce de uma vida inteira.

No primeiro setênio, a criança não apenas cresce; ela estreia o mundo. É o tempo de habitar o próprio corpo antes de habitar os livros.

Nas histórias de ninar e nos contos de fada, ela encontra o mapa para navegar seus próprios medos. No pular corda, no saltar e no correr, ela constrói a arquitetura da sua inteligência motora global — a fundação robusta que, no tempo certo, se tornará a delicadeza do traço e a clareza do pensamento.

O parquinho é a sua primeira parada. Ali, no encontro com "o outro", nas tramas da parceria, no sabor agridoce do ganhar e do perder, o indivíduo é esculpido.

O conhecimento não deve ser um fardo imposto, mas uma descoberta lúdica, um tesouro encontrado entre um tropeço e uma risada.

É preciso que cada fase seja vivida em sua plenitude, como uma estação que cumpre seu papel para que o fruto venha doce. Adultos saudáveis são, em essência, crianças que puderam ser plenamente crianças.

Uma criança que ouve e vive histórias, escreverá o amanhã com ricas tintas de sentido. Uma criança que brinca, aprende a sagrada arte de se relacionar com o mundo de forma leve, transformando a seriedade da vida em um eterno estado de encantamento.

Daí surgirão nossos futuros escritores!

Que tudo seja a seu tempo!

Lila e Marcella
Coordenação Pedagógica

Já parou para pensar quantas possibilidades há em um quintal?

Como um convite para os olhos da infância, um mundo se revela para as
crianças através dos espaços livres. É uma formiga que anda carregando sua folha, a
areia que voa de uma pá a outra, o burburinho de um corre-corre animado embalado
no famoso pega-pega. O olho que aprecia e que contempla dá asas aos nossos
investigadores natos, nossas crianças que têm na natureza e no vínculo com seus
pares e professoras, a promessa de grandes aprendizados.

A natureza e seu contato com ela criam um cenário onde a criança pode testar
seus limites, confiar na força do seu próprio corpo, dar continuidade ao seu projeto de
aprender, tudo convida à descoberta. Ao brincar, ela experimenta papéis e constrói
sentidos. E, quando põe a mão na massa, seja plantando uma semente, misturando
tintas ou modelando o barro, transforma curiosidade em conhecimento. Aprende
fazendo, errando, tentando de novo, como quem conversa com o mundo.

O laboratório a céu aberto estimula nossos pequenos a expressar suas
narrativas, criar e imaginar. A arte e a ciência são suas aliadas nesse processo de
crescimento e investigação.

De forma integral, seus sentidos são aguçados, sua curiosidade transborda,
sua autonomia se revela e nesse processo de desenvolvimento nasce um ser que
mais tarde fará usos desses recursos para continuar crescendo.

Na educação infantil, o mundo é maior que a carteira, mais amplo que o
quadro, mais vivo que qualquer silêncio imposto. O quintal com sua terra, seus
insetos, seus ruídos e seus mistérios, transforma-se em sala de aula sem pedir
licença. Ali, o saber não se organiza em fileiras: ele brota. Porque educar crianças
pequenas é, antes de tudo, permitir que elas encontrem o mundo com o corpo inteiro.

A criança aprende quando corre, quando se suja, quando inventa regras para
jogos que só existem naquele instante. O brincar não é pausa, é linguagem, é
pensamento em movimento.

Se quintal é sala de aula, então cozinha também é laboratório, assim como a
calçada, a praça, o corredor, a rua que passa. Há educação no cheiro do bolo que
cresce, na água gelada, na massa que muda de forma entre os dedos. Há
aprendizagem no caminho até a escola, no encontro com o outro, no improviso do
cotidiano. Educar, afinal, é reconhecer que o mundo inteiro pode ensinar, basta abrir
os olhos, as mãos e o tempo para que a infância o transforme em experiência.

Lila e Marcella
Coordenação Pedagógica

A escola, possivelmente a primeira instituição de uma criança, fora do âmbito familiar, deve estar em sintonia com o jeito de existir de cada um de seus alunos para que eles façam uso de suas próprias qualidades, características e recursos, tendo a si como ponto de referência e ao outro como interlocutor.

A narrativa da família é a história dessa criança e a escola detém o conhecimento do espaço e da idade em questão. Ambos vão se "ajeitando" e criando um ritmo único. A criança começa a sentir a escola como parte da sua vida, do seu mundo conquistando um sentimento de pertencimento.

No percurso da adaptação é essencial que se estabeleçam vínculos afetivos antes que a criança consiga se despedir dos pais. Durante este processo é necessário que, primeiramente, pais e filho estejam próximos fisicamente, em seguida dentro do campo visual para que finalmente esta criança consiga internalizar esse adulto familiar, sentindo-se segura na escola.

É nesse momento que a despedida faz sentido para pais e crianças e ela deve acontecer de forma clara e com horários reduzidos inicialmente.

A escola precisa proporcionar um espaço a ser explorado, um adulto disponível e empático com a infância, para que a criança possa sentir-se familiarizada e acolhida nesse processo inaugural de sua existência. A música, o colo, a arte, a sensorialidade, o brincar e um espaço protegido tornam a escola um ambiente íntimo para um desenvolvimento saudável.

A entrada na vida escolar deve ser uma passagem a ser vivida e comemorada!

Lila e Marcella
Coordenação pedagógica 

CONQUISTAMOS O SELO INTERNACIONAL DE 

ESCOLA VERDE !!!

No final de 2024, escolas da Rede PEA-UNESCO do mundo todo foram convidadas a participar do processo de adesão ao padrão de qualidade das Escolas Verdes, uma iniciativa da UNESCO desenvolvida pela GEP – Greening Education Partnership (Parceria para a Educação Sustentável). Esta iniciativa é um esforço colaborativo entre a Unidade ASPnet da UNESCO e a Seção de Educação para o Desenvolvimento Sustentável. 

Nesse processo, 172 escolas concluíram o preenchimento dos questionários e 116 demonstraram preencher ao menos ⅓ dos quesitos – e assim conquistarem a denominação Escolas Verdes. Desse grupo, fazem parte 40 escolas da Rede PEA-UNESCO do Brasil – e estão listadas abaixo.

Por enquanto, a Greening Education Partnership não emitirá uma certificação formal para instituições que cumprem os padrões, nem um selo ou logomarca, mas, caso haja uma decisão nesse sentido no futuro, as escolas serão informadas.

Estamos muito felizes com este Selo e o reconhecimento do nosso trabalho!!

Brincar não é apenas um passatempo na vida das crianças — é a sua forma mais natural e poderosa de aprender. Na primeira infância, período que vai do nascimento até os seis anos, o brincar é essencial para o desenvolvimento físico, emocional, social e cognitivo dos pequenos. Por isso, mais do que uma atividade lúdica, ele é uma ferramenta fundamental na construção de uma infância saudável e feliz.

Brincar é aprender com alegria

Durante as brincadeiras, a criança experimenta, descobre, imagina e se expressa. Ela aprende a se comunicar, a dividir, a esperar sua vez, a resolver conflitos e a lidar com diferentes emoções. Tudo isso de forma espontânea, leve e divertida.

Por meio do faz de conta, por exemplo, a criança desenvolve a linguagem, amplia o vocabulário, trabalha a criatividade e compreende melhor o mundo à sua volta. Já ao empilhar blocos, montar quebra-cabeças ou correr no parquinho, ela fortalece a coordenação motora, o raciocínio lógico e a percepção espacial.

Brincar também é cuidar da saúde emocional

O brincar oferece à criança um espaço seguro para expressar sentimentos e lidar com situações do dia a dia. Por meio das brincadeiras, ela processa experiências, elabora medos, descobre limites e fortalece a autoestima. 

O papel da escola e da família

Na Espaço Aberto, o brincar é planejado com intencionalidade pedagógica, respeitando a faixa etária, os interesses e as necessidades de cada criança. Os professores atuam como mediadores, oferecendo ambientes ricos em estímulos, materiais diversos e desafios apropriados, que incentivam a curiosidade e a autonomia.

Em casa, a participação da família nas brincadeiras é igualmente importante. Compartilhar momentos lúdicos fortalece vínculos afetivos, promove segurança emocional e reforça o quanto a criança é valorizada

Brincar é coisa séria!

Ao valorizarmos o brincar, garantimos à criança a oportunidade de crescer de forma saudável, equilibrada e feliz. Brincar é um direito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e deve ser respeitado e incentivado em todos os espaços — da escola ao lar, da rua ao parque.

Na Espaço Aberto, o brincar é parte essencial da nossa proposta pedagógica. Acreditamos que toda criança tem o direito de aprender com alegria, explorar o mundo com liberdade e crescer com afeto.

 Venha conhecer de perto o nosso trabalho!

Agende uma visita, converse com nossa equipe e descubra como unimos cuidado, afeto e pedagogia para fazer da infância um tempo ainda mais especial.


Brincar é o primeiro passo para aprender — e aqui, cada passo conta!

Dormir bem é tão essencial para o desenvolvimento infantil quanto se alimentar ou brincar. O sono de qualidade impacta diretamente a aprendizagem, o crescimento saudável, a regulação emocional e o bem-estar das crianças. Por isso, é fundamental conhecer as particularidades do sono em cada fase da infância e saber como construir rotinas que favoreçam noites tranquilas e restauradoras.

Para apoiar as famílias nesse processo, recomendamos a leitura da cartilha "O Sono da Criança e do Adolescente: um guia para pais e cuidadores", desenvolvida pela Associação Brasileira do Sono (ABS), que traz orientações práticas, baseadas em ciência sobre como promover hábitos saudáveis de sono desde os primeiros anos de vida.

Dra Ila Linares
Pós doutora Ipq USP- Psicóloga do Sono - Icr
Mãe da escola Espaço Aberto

ISBN-abs-projeto-material-psicologia-7MAR24Baixar

É durante a infância que vivemos a relação mais profunda, mais natural e mais íntima com o tempo. Nunca mais estaremos tão disponíveis quanto a criança que fomos, aquela para quem tudo é novo, que sabe sonhar, surpreende-se e tudo esquece para aproveitar o instante. Sem o peso do passado e sem a preocupação do futuro, atravessamos esses primeiros anos no presente, antes que seja corroído nas duas pontas pelas lembranças e pelos projetos.

- Jean-Louis Servan-Schreiber


Quando uma criança nasce e encontra eco e voz no mundo, através de seus familiares e professores, ela pode exercitar sua mente plástica e criativa usando seus sentidos. À medida que ela cresce, expande seus caminhos, ousa, cria, modula sua imaginação e vive, genuinamente, cada experiência que se apresenta.

Ela busca no outro, nos pares e nos personagens que habitam seu interior, sua voz, expressão e encantamento com a fantasia que lhe reveste de poderes e sentimentos. Nesse trânsito entre o “eu” e o “nós”, entre o real e o imaginário, meninos e meninas buscam crescer em um território conhecido, mas ainda cheio de curvas e trajetos que estão se cumprindo.

Tal caminho, o do desenvolvimento, traz consigo, em sua pele e emoções, a força de uma infância bem-vinda e bem-vivida.

Uma infância que permitiu à criança ser ouvida e se colocar, ter abrigo e ser convidada à autonomia, viver no coletivo sem deixar a sua subjetividade de lado; que permitiu, também, ter o outro como referência e interlocução, diante de seus questionamentos vivos e cheios de sabedoria.

Certamente, as marcas e lembranças registradas na alma da criança, suas vivências e expedições, irão garantir e contornar novas experiências, dando ao jovem/adulto do futuro, referências preciosas de outros tempos, suas impressões e expressões. 

É fundamental que a escola de educação infantil marque seu espaço na vida das crianças que celebram seu primeiro setênio, inaugurando cada etapa dos anos em que a criança está livre para se formar, se constituir: “vir a ser” e, para tanto, deve estar totalmente desprendida da intenção de pré-parar um ser tão potente à uma vida escolar cheia de conteúdos e limitações físicas.

Por isso defendemos a ideia de que o corpo, nessa primeira etapa da vida, possa experimentar e sentir, antes de abstrair e que possa sonhar e projetar um futuro antes da criança aquietar seu corpo e mente em carteiras escolares. Que a mente e as emoções desses indivíduos possam estar fortalecidas e críticas para sobreviver e saber agir nos pátios e recreios coletivos, assim como, nas telas de seus celulares e nas redes sociais, comunicando e compartilhando conosco seus medos e angústias, os da próxima etapa, o segundo setênio.

Viva a primeira infância! Para que assim, possamos, mais tarde, festejar, também, as outras fases que virão!

Marcella e Lila
Coordenação Pedagógica

Na primeira infância, o movimento é essencial para o desenvolvimento integral das crianças. Atividades como judô, educação física, capoeira e brincadeiras tradicionais, como pular corda, não apenas estimulam o corpo, mas também promovem o desenvolvimento cognitivo, emocional e social.

O exercício físico nessa fase auxilia no aprimoramento da coordenação motora, do equilíbrio e da consciência corporal. Além disso, contribui para o fortalecimento dos músculos e ossos, ajudando na formação de hábitos saudáveis que serão levados para a vida toda. Do ponto de vista emocional, essas práticas auxiliam no controle da ansiedade, na construção da autoconfiança e na capacidade de enfrentar desafios. Já no aspecto social, incentivam o trabalho em equipe, a disciplina e o respeito pelo outro.

Na escola Espaço Aberto, valorizamos e incorporamos essas atividades no cotidiano das crianças. Durante as aulas de educação física, promovemos brincadeiras que estimulam a criatividade e a interação, além de incentivar a prática de esportes como o judô e a capoeira, que ensinam valores como respeito, concentração e superação. As atividades ao ar livre, como pular corda e circuitos motores, são momentos lúdicos e de aprendizado, nos quais os pequenos desenvolvem habilidades essenciais para seu crescimento.

Ao proporcionar um ambiente rico em movimento e experiências corporais, contribuímos para uma infância mais saudável, ativa e feliz. Incentivar as crianças a se movimentarem desde cedo é um presente para o futuro delas!

Contamos com vocês, famílias, para reforçar essa prática também em casa, garantindo que os pequenos tenham momentos de diversão e aprendizado por meio do corpo e do movimento!

Convidamos novos pais a conhecerem a Escola Espaço Aberto e descobrirem como nosso ambiente acolhedor e educativo pode contribuir para o desenvolvimento integral de seus filhos. 

Venha nos visitar e fazer parte da nossa comunidade!

A Escola Espaço Aberto existe desde 1979, sempre cuidando dos primeiros anos de vida.
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